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| Imunização para o Covid – 19: O que acontece se o trabalhador recusar? |

Saiba um pouco mais sobre o assunto e como ele pode interferir no seu trabalho

Apesar de lenta, a imunização contra o Covid-19 já está acontecendo no Brasil e vem trazendo inúmeras dúvidas a população, não só sobre o grupo prioritário, mas também sobre a opção de tomar ou não a vacina.

No momento a vacinação está sendo destinada aos profissionais da saúde, assim como também aos idosos, os quais estão entre a faixa etária mais atingida pelo vírus e que apresenta complicações com risco de morte.

A recuperação econômica vem sendo um dos motivos para que o pedido de vacinação aconteça, uma vez que ao ser imunizado as chances de contrair o vírus e o mesmo se tornar letal é menor, podendo assim liberar cada vez mais os setores econômicos do país.

Entretanto, ainda existem pessoas que são contra a imunização e não desejam tomá-la, o que pode acabar interferindo na real imunização coletiva em que estamos vivendo.

Fato é que muitas empresas já estão se planejando para vacinar seus funcionários em breve, assim como hospitais já o fazem e a recusa pela vacina pode causar um entrave no contrato trabalhista, que por sua vez, vem trazendo inúmeras dúvidas inclusive se o funcionário pode ser demitido caso recuse a vacina.

Nesse post trazemos algumas respostas sobre o assunto. Quer descobrir também? Então não deixe de ler nosso artigo a seguir.

 

Como funciona a Imunização no Brasil?

Assim como com todas as vacinas, a imunização no Brasil acontece através do Plano Nacional de Imunização através da rede pública e também de forma voluntária.

Devido a pandemia do novo coronavirus, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária decidiu, após várias análises, liberar o uso emergencial da vacina no país, sendo estas a Coronavac, desenvolvida no Brasil e também a importada Oxford/AstraZenec.

Desde o início de 2021 a mesma tem sido aplicada conforme as doses e estão sendo distribuídas pelo país, tendo como prioridade os profissionais de linha de frente, como também os idosos. Cada região é responsável pela imunização de sua população.

 

Ambiente de Trabalho: Recusa ao tomar o imunizante pode resultar em demissão?

Como ressaltamos acima, a vacinação tem sido a opção mais assertiva para a retomada econômica, visto que o Covid-19 ainda não possui um tratamento precoce baseado em evidências científicas.

A vacinação contra o coronavírus ainda não é obrigatória no país, o que de acordo com a lei não se pode obrigar o colaborador a tomar de fato o imunizante. A função da empresa é incentivá-lo a vacinação, assim como orientá-lo sobre os benefícios da vacina.

Entretanto, o funcionário que se recusar a tomá-la pode sim ser desligado da empresa, entendendo a mesma que o funcionário não compactua com a política empresarial, assim como pode se tornar um risco de contaminação maior entre os demais colegas.

Vale lembrar que a demissão nesse caso não pode ser por justa causa, uma das medidas mais punitivas prevista na relação de trabalho. A vacina do covid-19 ainda não é obrigatória no país, o que permite a pessoa escolher ou não se imunizar.